De credcesta a apartamento: a relação de Jaques Wagner com o Banco Master
De credcesta a apartamento: Jaques Wagner e Banco Master

O senador Jaques Wagner (PT-BA) tornou-se alvo de buscas da Polícia Federal nesta semana, sob suspeitas de corrupção envolvendo o Banco Master. As investigações apontam que o parlamentar teria favorecido a instituição financeira em troca de benefícios pessoais, incluindo um apartamento avaliado em R$ 2,45 milhões. A relação de Wagner com o banco se dava por meio do ex-sócio da instituição, o empresário baiano Augusto Lima.

Histórico de conexões

De acordo com as apurações, a ligação entre Jaques Wagner e o Banco Master começou há anos, com a participação do senador em eventos e reuniões com dirigentes do banco. Em 2023, Wagner teria discutido a possibilidade de adquirir um imóvel de alto padrão, que posteriormente foi identificado como parte do esquema de favorecimento. A defesa do senador nega qualquer irregularidade e afirma que as tratativas sobre o apartamento foram transparentes.

Investigação da Polícia Federal

A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Jaques Wagner e a Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master. As investigações também miram emendas legislativas propostas por Wagner que beneficiariam o banco. O senador, aliado próximo do presidente Lula, enfrenta críticas da oposição e pode sofrer desgaste político.

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Posicionamento do senador

Em nota, Jaques Wagner afirmou que não recebeu qualquer benefício financeiro do Banco Master e que as acusações são infundadas. Ele admite ter discutido a compra do apartamento, mas nega que tenha havido troca de favores. O caso segue sob investigação.

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