Ataques na Ucrânia deixam um morto em Kiev; Zelensky alerta para ofensiva russa
Ataques na Ucrânia deixam um morto em Kiev

Ataques noturnos na capital ucraniana, Kiev, resultaram na morte de ao menos uma pessoa, conforme informaram as autoridades locais. O bombardeio ocorreu horas após o presidente Volodymyr Zelensky alertar que a Rússia havia preparado uma ofensiva de grande escala. As forças russas lançaram uma série de mísseis e drones contra a cidade, atingindo áreas residenciais e deixando civis feridos.

Aviso prévio de Zelensky

Na véspera do ataque, Zelensky declarou publicamente que havia uma 'alta probabilidade' de a Rússia realizar um ataque potente durante a noite. Em seu discurso, afirmou: 'Os russos prepararam um ataque de grande escala. Devemos estar prontos para qualquer cenário.' A advertência levou as autoridades a reforçarem as defesas aéreas e orientarem a população a buscar abrigo.

Detalhes do bombardeio

Segundo o serviço de emergência ucraniano, os ataques atingiram bairros no centro e na periferia de Kiev. Imagens divulgadas mostram incêndios em edifícios residenciais e equipes de resgate trabalhando nos escombros. Pelo menos uma pessoa foi confirmada morta e outras três ficaram feridas. O sistema de defesa aérea ucraniano conseguiu interceptar parte dos mísseis, mas alguns atingiram seus alvos.

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Contexto da guerra

Os ataques ocorrem em meio a uma escalada das hostilidades na região leste da Ucrânia. Analistas militares apontam que a Rússia intensifica os bombardeios contra infraestrutura crítica e centros urbanos para pressionar o governo ucraniano. A comunidade internacional condenou o ataque, com líderes ocidentais reiterando o apoio à Ucrânia. O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu moderação e respeito ao direito internacional.

Resposta ucraniana

As forças ucranianas responderam com ataques a posições russas na linha de frente, segundo o Estado-Maior das Forças Armadas. Zelensky, em pronunciamento após o bombardeio, afirmou que a Ucrânia não cederá e que a defesa do país continua firme. Ele também renovou o pedido por mais sistemas de defesa aérea dos aliados ocidentais, destacando a necessidade de proteger civis.

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