Trump assina ordem que restringe contratantes de defesa de comprar da China
Trump assina ordem contra compras da China na defesa

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira, 20, uma ordem executiva que impõe barreiras para contratantes do setor de defesa americana obterem autorizações para comprar minerais críticos e outros materiais da China e de outros fornecedores estrangeiros proibidos.

No comunicado, o governo americano afirma que as novas regras significam que os contratantes de defesa terão de fazer muito mais do que simplesmente demonstrar que um fornecedor chinês é a opção mais fácil ou mais barata. Em alguns casos, o texto prevê que exceções só sejam concedidas acompanhadas de “planos de mitigação”, incluindo estratégias para trazer etapas da cadeia de produção de volta ao território americano.

Mapeamento de cadeias de suprimentos

A ordem executiva também determina que o Departamento de Estado dos EUA inicie ações regulatórias para mapeamento mais abrangente das cadeias de suprimentos classificadas como críticas. Outro eixo da medida é o estímulo para que empresas contratadas pelo setor de defesa passem a qualificar novas fontes domésticas de minerais, materiais e componentes utilizados em compras estratégicas de segurança nacional.

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Consequências para descumprimento

Caso a empresa não cumpra os compromissos assumidos, o governo Trump poderá suspender e revogar os benefícios tarifários, inclusive de forma retroativa. Segundo o governo, a medida é o mais recente esforço para reduzir a dependência de cadeias de suprimento no exterior para a produção de armamentos.

A Casa Branca sustenta que, em um cenário de “competição renovada entre grandes potências”, os EUA precisam proteger suas cadeias contra sabotagem física, cibernética e econômica.

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