O Congresso dos Estados Unidos instaurou uma investigação formal sobre a relação de Donald Trump com Gianni Infantino, presidente da Fifa. O inquérito foi iniciado por Jamie Raskin, deputado do Partido Democrata e opositor político de Trump. O objetivo é detalhar o vínculo entre os dois líderes e as possíveis influências nas administrações.
Documentos e comunicações solicitados
Em uma carta enviada no domingo, Raskin pediu à Fifa que fornecesse todos os documentos e comunicações relacionados a presentes, pagamentos ou benefícios concedidos a Trump e seus associados. A solicitação inclui também os registros de visitantes do espaço de escritório da Fifa na Trump Tower, adquirido no ano passado. O comitê ainda requereu que Infantino realize uma entrevista transcrita.
Relação pública estreitada na Copa do Mundo
Durante a Copa do Mundo, a relação pública entre Trump e Infantino se intensificou. Trump admitiu ter ligado para Infantino para pedir a revisão da expulsão do atacante Balogun. Infantino confirmou o contato, mas negou qualquer interferência nas decisões futebolísticas. Dias depois, a expulsão foi anulada usando uma brecha no Código Disciplinar da entidade.
Reações e desdobramentos
Trump recebeu um prêmio da paz de Infantino durante o sorteio da Copa, gerando críticas. O COI rejeitou uma denúncia contra Infantino por supostas interferências de Trump. A investigação do Congresso pode revelar mais detalhes sobre a relação entre os dois.



