EUA iniciam produção de moedas de US$ 1 com imagem de Trump
EUA produzem moedas de US$ 1 com imagem de Trump

Os Estados Unidos iniciaram a produção de moedas comemorativas de US$ 1 com a imagem do presidente Donald Trump, como parte das celebrações dos 250 anos da independência americana. A iniciativa foi anunciada pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, e já gerou intenso debate político e jurídico.

Controvérsia legal e política

A cunhagem das moedas enfrenta críticas devido a uma lei de 1866 que proíbe a representação de pessoas vivas em moedas americanas. Especialistas apontam que a medida pode violar a legislação, mas o governo argumenta que se trata de uma edição comemorativa especial. A moeda de ouro traz o perfil de Trump e faz parte de um esforço para associar seu legado à moeda nacional.

Segundo Bessent, a moeda "homenageia o presidente Trump e o espírito de independência". No entanto, parlamentares de ambos os partidos acusam Trump de autopromoção. "É uma vergonha que ele use o Tesouro para se promover", disse um senador democrata. Republicanos também expressaram desconforto, mas evitaram críticas diretas.

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Detalhes da moeda

A moeda de US$ 1 é feita de ouro e tem tiragem limitada. O design inclui o rosto de Trump e símbolos patrióticos. A produção já começou na Casa da Moeda dos Estados Unidos, e as peças devem ser distribuídas a colecionadores e ao público em geral. O valor de face é de US$ 1, mas o preço de venda será maior devido ao metal precioso.

Críticos apontam que a iniciativa pode estabelecer um precedente perigoso. "A lei existe para evitar que presidentes em exercício usem a moeda como ferramenta política", afirmou um historiador. O governo, porém, defende que a moeda é uma celebração patriótica e não uma violação.

Impacto e reações

A controvérsia já gerou debates nas redes sociais e na mídia. Enquanto apoiadores de Trump veem a moeda como uma honra merecida, oponentes consideram uma afronta às tradições americanas. A Casa da Moeda não comentou sobre possíveis ações legais, mas especialistas acreditam que o caso pode parar na Justiça.

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