As cidades-sede da Copa do Mundo de 2026 registraram um aumento expressivo nas transações com cartões de crédito, tanto de moradores locais quanto de visitantes, segundo dados do Bank of America. O torneio, que está prestes a chegar à metade, já impulsiona a atividade econômica nas regiões que recebem os jogos.
Gastos gerais sobem 6,3% nas sedes
De acordo com o levantamento do Bank of America, baseado em gastos presenciais com cartões de crédito e débito, as despesas totais nas cidades-sede aumentaram 6,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de transações cresceu pouco mais de 4%. Os dados consideram o período de 10 a 21 de junho de 2025.
Visitantes lideram crescimento com alta de 16,7%
Pessoas identificadas como não locais gastaram 16,7% a mais na comparação anual. O número de transações realizadas por esse grupo cresceu aproximadamente 11%. Já os moradores locais apresentaram variação menor: cerca de 4% nos gastos e 3% no volume de transações.
O economista do Bank of America responsável pela análise destacou que o aumento mais forte entre visitantes era esperado, dado o fluxo de torcedores que viajam para acompanhar os jogos. Segundo ele, os dados indicam que a Copa está gerando um impacto econômico positivo significativo para as cidades-sede.
Impacto econômico do torneio
O crescimento das transações reflete não apenas o aumento do turismo, mas também o consumo adicional em setores como hospedagem, alimentação e entretenimento. As cidades-sede, que incluem metrópoles como Nova York, Los Angeles e Cidade do México, preparam-se para receber um fluxo ainda maior de visitantes na segunda metade do torneio.
O Bank of America continuará monitorando os dados de gastos para avaliar o impacto total da Copa do Mundo de 2026 na economia local e nacional.



