Mansão no Jardim Botânico lidera transações imobiliárias no Rio
As três mansões mais caras negociadas no Rio de Janeiro estão distribuídas em três bairros que combinam contato com a natureza e proximidade a cartões postais. O levantamento foi feito pelo aplicativo gratuito RioM², que compila dados obtidos por meio da análise das guias do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) via transparência da prefeitura.
No topo da lista está uma residência de mais de mil metros quadrados localizada na Rua Visconde de Itaúna, no alto do bairro do Jardim Botânico. O valor da transação foi de R$ 45 milhões. A região oferece vista para o Cristo Redentor, para a Floresta da Tijuca, entre outras áreas verdes e morros. Alguns dos casarões do local datam do século XIX. Parte deles passou por modernizações, incluindo paredes e teto de vidro, paisagismo contemporâneo e piscina de borda infinita, enquanto outros conservam o estilo colonial de mais de cem anos atrás.
Leblon e Joá completam o pódio das mansões mais valiosas
Em segundo lugar aparece a Rua Codajás, no especulado Jardim Pernambuco, no Leblon. O imposto foi pago com base numa transação de R$ 35 milhões, em janeiro deste ano. O terceiro lugar é de uma mansão de mais de mil metros quadrados na Estrada do Joá, negociada a R$ 33,5 milhões no ano passado.
O Laboratório Integrado de Geografia Física Aplicada (Liga), da Universidade Federal Rural do Rio, apontou o Jardim Botânico, a Gávea, São Conrado, Ipanema, Leblon e Leme, além de Copacabana, como os bairros mais arborizados do Rio. A concentração de áreas verdes é um dos fatores que valorizam esses imóveis de alto padrão.



