O Brasil caiu sete posições e agora ocupa o 65º lugar em um ranking de competitividade que avalia 70 países. A queda reflete desafios econômicos e institucionais enfrentados pelo país. Enquanto isso, o Ibovespa futuro opera em queda, pressionado pelo impasse geopolítico entre Estados Unidos e Irã e pela divulgação de uma nova pesquisa eleitoral.
Queda no ranking de competitividade
O ranking, divulgado por uma instituição internacional, mede a capacidade das nações de promover prosperidade econômica. O Brasil perdeu posições em pilares como eficiência do governo, infraestrutura e ambiente de negócios. Especialistas apontam que a burocracia e a carga tributária elevada são fatores que contribuíram para o resultado negativo.
Mercados financeiros sob pressão
No mercado financeiro, o Ibovespa futuro opera em baixa, refletindo o cenário externo adverso. As tensões entre EUA e Irã, que se intensificaram após declarações do governo iraniano sobre taxas em Ormuz, geram incertezas. Internamente, uma pesquisa eleitoral recente também influencia o humor dos investidores.
Impacto nos setores
Ações de empresas como Embraer, Lojas Renner e Cemig estão entre as mais monitoradas, com anúncios de proventos. No mercado de FIIs, 16 fundos imobiliários entregaram dividendos acima do CDI, mesmo com a Selic em 14,25%. A XP indica empresas da B3 menos endividadas como opções para cenário de juros altos.
Recompras de ações aceleram
As recompras de ações na Bolsa brasileira ganharam ritmo, com analistas destacando papéis que podem se beneficiar desse movimento. Empresas como Banrisul e B3 estão entre as que anunciaram programas de recompra recentemente.



