O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos chineses, substituindo a taxa global de 10% que expirou em 24 de julho. A medida eleva a carga tarifária efetiva sobre a China para 22,2%, tornando o país asiático o mais taxado entre as nações com as quais os EUA mantêm relações comerciais.
Contexto da nova tarifa
A nova alíquota foi anunciada ontem e já está em vigor. Segundo Trump, o presidente chinês Xi Jinping visitará Washington em 24 de setembro, o que pode influenciar a resposta chinesa. Apesar do aumento, a China deve ignorar as novas tarifas e evitar retaliação antes da viagem, conforme analistas.
A tarifa de 12,5% está alinhada com propostas anteriores de Trump para combater o trabalho forçado na China. A medida reflete o protecionismo crescente dos EUA, que já haviam imposto tarifas sobre diversos produtos chineses nos últimos anos.
Impacto econômico
Com a nova taxa, a carga tarifária da China supera a média global, que é de cerca de 10%. Isso pode afetar as exportações chinesas e aumentar os custos para consumidores americanos. No entanto, especialistas acreditam que o impacto imediato será limitado, pois as empresas já se adaptaram a tarifas anteriores.
"A China está avaliando suas opções, mas provavelmente não responderá com novas tarifas antes da visita de Xi", afirmou um analista de comércio internacional. A viagem de Xi a Washington é vista como um sinal de distensão entre as duas maiores economias do mundo.



