Trump assistirá à final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina no domingo
Trump assistirá à final da Copa do Mundo no domingo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assistirá à final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina neste domingo (19), conforme anunciou na última quinta-feira a secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. "Sua presença será o toque final naquela que tem sido a Copa do Mundo mais assistida, mais segura e mais bem-sucedida da história dos Estados Unidos", declarou Leavitt em coletiva de imprensa.

Presença na final já era esperada

O anúncio já havia sido antecipado no início dos jogos. No final de junho, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que o republicano participaria do encerramento do torneio e que ambos entregariam juntos o troféu à seleção vencedora. Trump não compareceu à partida de abertura da Copa, entre os EUA e o Paraguai em Los Angeles, o que gerou dúvidas sobre sua presença na final.

Relação conturbada com o torneio

O futebol não é um dos esportes mais populares nos EUA, mas é comum o presidente republicano comparecer a eventos esportivos. Sua ausência no primeiro jogo gerou especulações de que Trump estaria receoso de ser vaiado, como ocorreu na final da NBA. Trump tem uma relação conturbada com a Copa do Mundo. Ele causou polêmica ao pedir diretamente a Infantino que suspendesse um cartão vermelho dado a um atacante da seleção americana. O pedido foi acatado pela Fifa, que anulou os efeitos da decisão do árbitro brasileiro Raphael Claus. Como resultado, o jogador Folarin Balogun foi liberado para a partida contra a Bélgica, que venceu os americanos por 4 a 1.

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Reações negativas da comunidade internacional

A retirada do cartão gerou críticas. A União Europeia e a Uefa (União das Associações Europeias de Futebol) criticaram a Fifa, alegando que as decisões sobre o esporte "pertencem às entidades esportivas, não aos políticos". "Influenciar decisões esportivas prejudicaria a autonomia do esporte. Nosso foco deveria estar nos verdadeiros desafios de governança que o esporte enfrenta, incluindo a instrumentalização do esporte para fins políticos", afirmou o comissário europeu para assuntos de esporte, Glenn Micallef.

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