O jogador Lionel Messi afirmou que o dinheiro dos argentinos 'não chega ao fim do mês', gerando resposta do presidente Javier Milei. O governo concordou com a declaração, mas culpou as gestões de Néstor e Cristina Kirchner pela crise econômica.
Declarações de Messi
Em entrevista após a vitória da Argentina na semifinal da Copa, Messi destacou a importância de levar alegria ao povo em meio às dificuldades financeiras. 'A gente sabe como está a situação, o dinheiro não chega ao fim do mês', disse o capitão da seleção.
Resposta do governo Milei
O gabinete presidencial emitiu nota reconhecendo que Messi 'tem razão', mas atribuiu a crise aos governos kirchneristas. 'A herança deixada por Néstor e Cristina Kirchner é devastadora', afirmou o comunicado.
O governo também usou a plataforma Opra para criticar a cobertura midiática, acusando veículos de distorcerem as falas do presidente sobre as Malvinas.
Repercussão
A declaração de Messi reacendeu o debate sobre a economia argentina, que enfrenta inflação alta e desvalorização cambial. Segundo dados oficiais, a inflação acumulada em 12 meses ultrapassa 200%.
Messi, que vive na França, mantém contato com a realidade argentina e frequentemente se manifesta sobre questões sociais. A resposta do governo busca alinhar-se ao sentimento popular, mas sem assumir responsabilidade pela crise atual.



