Mineira morre em acidente de carro durante safári na Namíbia
Mineira morre em acidente de carro durante safári na Namíbia

A mineira Meire Amorim, de 46 anos, natural de Presidente Olegário, no Noroeste de Minas Gerais, morreu em um acidente de carro durante um safári na Namíbia, país no sul da África, em 29 de maio. O corpo da advogada chegou ao Brasil no sábado (20) pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e foi sepultado na cidade natal no domingo (21), com homenagens de familiares e amigos.

Detalhes do acidente

Meire estava em um veículo de turismo com outros passageiros estrangeiros na rodovia C14, entre as regiões de Sesriem e Walvis Bay, a cerca de 110 quilômetros do destino final da viagem. Segundo familiares, o eixo de transmissão do veículo se soltou e ficou preso ao solo, fazendo com que o motorista perdesse o controle da direção antes do capotamento. A brasileira sofreu múltiplos ferimentos e morreu no local. Os demais ocupantes tiveram ferimentos leves e foram encaminhados para um hospital particular da região.

Nota da empresa

Em nota, a Chameleon Safaris Namíbia, empresa responsável pelo passeio, confirmou que um de seus veículos se envolveu no acidente durante o trajeto entre Sesriem e Walvis Bay e lamentou a morte da turista brasileira. “Lamentamos confirmar que o incidente resultou em uma morte. Nossos pensamentos e sinceras condolências estão com a família, amigos e entes queridos afetados neste momento difícil”, afirmou a empresa. A operadora informou que mobilizou equipes para prestar assistência às vítimas, aos familiares e aos funcionários envolvidos na ocorrência, e que está colaborando com as autoridades e com as equipes de emergência da região.

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Quem era Meire Amorim

Ao falar sobre a perda da amiga, Helio Pereira disse que a morte de Meire deixou um vazio difícil de explicar. “A Meire foi uma dessas pessoas extraordinárias. Era apaixonada pela família e pela vida. Não foi uma pessoa que passou pela vida. Ela viveu de verdade e deixou uma falta imensurável”, afirmou. “Tinha uma energia contagiante. Quem teve a sorte de conhecê-la nunca vai esquecer a luz, a alegria e a generosidade que ela levava. Ainda não consigo encontrar palavras ou discernimento para entender sua partida. Que tristeza, perplexidade e até revolta”, contou. Meire era advogada da Caixa Econômica Federal e morava em Brasília.

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