Salas de recovery: próxima tendência fitness, segundo Rodrigo Sangion
Salas de recovery: próxima tendência fitness

Rodrigo Sangion, colunista de estilo de vida, destaca que as salas de recovery estão se consolidando como a próxima grande tendência no universo fitness. Esses espaços, dedicados à recuperação muscular e ao bem-estar, oferecem uma variedade de tratamentos que vão desde crioterapia até massagens com compressão, atendendo a atletas e entusiastas do exercício físico.

O que são as salas de recovery?

As salas de recovery são ambientes projetados para acelerar a recuperação pós-treino, reduzir dores musculares e prevenir lesões. Elas combinam tecnologias como câmaras de crioterapia, banheiras de hidromassagem, equipamentos de compressão pneumática e até sessões de ioga restaurativa. O conceito já é popular em países como Estados Unidos e Japão, mas começa a ganhar espaço no Brasil.

Benefícios comprovados

Estudos indicam que a recuperação ativa pode melhorar o desempenho esportivo em até 20% e reduzir o tempo de recuperação muscular pela metade. Segundo Sangion, a procura por esses serviços cresceu 35% no último ano em academias de alto padrão. “Não se trata mais de luxo, mas de necessidade para quem treina com frequência”, afirma o colunista.

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O mercado brasileiro

Redes de academias como a Smart Fit e a Bodytech já começam a implementar áreas de recovery em suas unidades. O investimento inicial para montar uma sala completa varia de R$ 50 mil a R$ 200 mil, dependendo dos equipamentos. Especialistas projetam que o setor deve movimentar R$ 1,2 bilhão no Brasil até 2028, impulsionado pelo aumento da conscientização sobre saúde e bem-estar.

Como escolher uma sala de recovery

Ao escolher uma sala de recovery, é importante verificar a qualificação dos profissionais, a higiene dos equipamentos e a variedade de serviços oferecidos. Sangion recomenda começar com sessões de crioterapia e compressão, que têm maior adesão. “O segredo é integrar a recuperação à rotina de treinos, não tratá-la como algo separado”, conclui.

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