Na final da Copa do Mundo de 2026, entre Espanha e Argentina, neste domingo às 16h (de Brasília), Lionel Messi já quebrou um recorde de 68 anos e pode superar outro. O craque argentino igualou o ex-lateral Cafu ao disputar sua terceira final de Mundial, algo que apenas o brasileiro havia feito até então. Além disso, Messi pode se tornar o maior artilheiro isolado em finais, ultrapassando Kylian Mbappé, que atualmente lidera com quatro gols.
Recorde de participações em finais
Cafu era o único jogador a ter participado de três finais de Copa do Mundo: 1994 (campeão), 1998 (vice) e 2002 (campeão). Agora, Messi alcança a mesma marca ao disputar sua terceira final, após as decisões de 2014 (vice) e 2022 (campeão). O feito é ainda mais notável por se tratar de um atleta de linha, já que goleiros como Bodo Illgner também disputaram finais, mas não com tanta regularidade.
Mbappé é o maior artilheiro em finais
Com quatro gols, Kylian Mbappé lidera a lista de maiores goleadores em finais de Copa. O francês marcou um gol na decisão de 2018 e três na final de 2022 contra a Argentina. O último deles, aos 118 minutos, é o gol mais tardio já registrado em uma final. Messi, com dois gols em finais (um em 2014 e um em 2022), pode igualar ou superar Mbappé caso marque na decisão deste domingo.
Gol mais rápido em final
O recorde de gol mais rápido em uma final pertence ao holandês Johan Neeskens, que marcou de pênalti aos 88 segundos na decisão de 1974 contra a Alemanha Ocidental. O lance começou com uma sequência de passes da Holanda e uma arrancada de Johan Cruyff, que sofreu a falta dentro da área.
Viradas históricas em finais
Sete seleções já foram campeãs após saírem atrás no placar: Uruguai (1930), Itália (1934), Alemanha Ocidental (1954), Brasil (1958 e 1962), Inglaterra (1966) e Alemanha Ocidental novamente em 1974. A última virada em final foi justamente da Alemanha Ocidental sobre a Holanda em 1974.
Jogadores que marcaram em duas finais diferentes
Apenas cinco atletas balançaram as redes em duas finais distintas de Copa: Vavá, Pelé, Paul Breitner, Zinedine Zidane e Kylian Mbappé. O grupo reúne alguns dos maiores nomes da história do futebol. Messi, se marcar neste domingo, entrará para essa seleta lista.
Luis Monti: único a disputar finais por duas seleções
O argentino Luis Monti é o único jogador a ter disputado finais de Copa por dois países diferentes. Em 1930, jogou pela Argentina; em 1934, pela Itália. Nenhum outro atleta repetiu esse feito até hoje.
Primeira final sem sofrer gols
Foram necessárias 27 finais para que uma seleção conseguisse terminar uma decisão sem ser vazada. O feito ocorreu em 1990, quando a Alemanha Ocidental venceu a Argentina por 1 a 0. O goleiro Bodo Illgner, então com 23 anos, foi o responsável pelo primeiro "clean sheet" da história das finais e segue como o mais jovem goleiro a disputar uma decisão.



