A Espanha é bicampeã mundial com méritos e até alguma folga. Sofreu apenas um gol em oito partidas, vencendo sete delas. Uma vitória na prorrogação, justamente a final. Para vencer a Argentina por 1 a 0, a Espanha trocou quase 900 passes — foram quase 400 a mais do que a Argentina, a segunda equipe que mais trocou passes.
Domínio espanhol e o detalhe decisivo
A Espanha venceu com a marca do futebol de paciência, controle e insistência. Mas também no detalhe. A câmera aérea da Fifa registrou o domínio territorial espanhol sobre a Argentina e revelou um "desfalque" de última hora em campo. Depois da expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar, a saída de bola do segundo tempo da prorrogação tirou alguns segundos preciosos de Giuliano Simeone. Depois de disparar para um dos raros ataques argentinos, o filho de Simeone começou a mancar.
Giuliano Simeone sente lesão e não alcança Ferran Torres
Giuliano tentou voltar e trotou de volta para o seu campo, mas não conseguiu alcançar Ferran Torres. O camisa 7 saiu sozinho, na frente de Dibu Martínez, pronto para fuzilar o goleiro e entrar para a história. O gol derrubou Giuliano Simeone. Mancando, ele tentou chegar no lance, colocou a mão na perna direita por mais de uma vez e desabou no gramado.
Controle absoluto da Espanha
A visão de cima mostra o tamanho do controle espanhol na partida. O time de De La Fuente terminou como melhor ataque (20 gols, ao lado da França), melhor defesa (1 gol sofrido) e como a equipe que mais trocou passes (5.470 passes, com 4.595 completos, um acerto de 90%).



