Após polêmicas na Copa, Infantino manda críticos 'meditarem e orarem'
Infantino manda críticos meditarem e orarem após polêmicas

Em meio às polêmicas que marcaram a Copa do Mundo, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, publicou um longo texto no Instagram em 15 partes para rebater as críticas ao evento. Na mensagem, ele minimizou as controvérsias e sugeriu que os críticos "meditem e orem" ou gastem sua energia assistindo futebol.

Infantino acusa opositores de espalhar ódio e boatos falsos

Infantino afirmou que os opositores do Mundial estão espalhando "ódio e boatos falsos" e que as críticas são infundadas. "Aqueles que criticam deveriam meditar, orar ou simplesmente assistir a futebol", escreveu. O presidente da Fifa destacou que a competição oferece "o melhor espetáculo do mundo" e que a audiência global prova o sucesso do evento.

Minimização das controvérsias do Mundial

No texto, Infantino abordou algumas das principais polêmicas, como as restrições de entrada nos Estados Unidos para torcedores de determinados países e questões disciplinares envolvendo jogadores. Ele alegou que a Fifa trabalhou em conjunto com as autoridades para garantir a segurança e que os incidentes foram isolados. "A segurança é prioridade, e os números mostram que tudo correu bem", disse, sem fornecer dados específicos.

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O presidente também mencionou as críticas sobre o impacto ambiental e os direitos humanos, mas as descartou como "ataques injustos" contra a organização. Para Infantino, o foco deve estar no aspecto esportivo e na união que o futebol proporciona.

Exaltação do espetáculo global da Fifa

Infantino exaltou o espetáculo oferecido pela Copa, citando recordes de audiência e engajamento nas redes sociais. "Milhões de pessoas em todo o mundo estão assistindo e celebrando", escreveu. Ele reforçou que a Fifa cumpre sua missão de promover o futebol e que as críticas não refletem a realidade. "Estamos orgulhosos do que alcançamos", concluiu.

A publicação gerou reações mistas nas redes sociais, com apoiadores elogiando a defesa de Infantino e críticos apontando que ele ignora problemas reais. A Fifa não comentou se o presidente pretende responder a questionamentos específicos de órgãos de imprensa ou entidades de direitos humanos.

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