Cadela que fugiu de fogos de artifício é resgatada no mar após 10 dias
Cadela que fugiu de fogos é resgatada no mar após 10 dias

Animal passou cerca de uma hora nadando até ser salvo por bombeiros

Uma cadela chamada Prieta, desaparecida há mais de dez dias após fugir assustada com fogos de artifício no feriado americano de 4 de julho, foi resgatada em circunstâncias dramáticas na Baía de São Francisco, nos Estados Unidos. O animal entrou na água e nadou por aproximadamente uma hora até ser alcançado por equipes de resgate do Corpo de Bombeiros local, que usaram um barco e um drone para localizá-lo.

O resgate na Baía de São Francisco

Na tarde do resgate, Prieta foi avistada por moradores próximos à costa, que imediatamente acionaram as autoridades. Os bombeiros enviaram um drone para acompanhar a cadela, que já estava a centenas de metros da margem, claramente exausta. Com o auxílio do barco, os socorristas conseguiram se aproximar e içá-la a bordo. “Ela estava nadando em círculos, sem forças. Se não agíssemos rápido, poderia ter se afogado”, afirmou o chefe da equipe, tenente Mark Sullivan, em entrevista à imprensa local.

O resgate durou cerca de uma hora, mas foi bem-sucedido. Prieta, uma cadela de porte médio, foi levada para a base dos bombeiros, onde recebeu os primeiros cuidados. Apesar do cansaço e da desidratação, ela não apresentava ferimentos graves.

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Microchip permitiu reencontro com a família

Na base, os bombeiros verificaram que Prieta possuía um microchip de identificação, o que permitiu localizar rapidamente seus donos. A família, que procurava a cadela desde o feriado, havia registrado o desaparecimento em sites de animais perdidos e espalhado cartazes pela região. “Foi um alívio imenso. Já estávamos perdendo as esperanças”, disse Mary Juarez, dona de Prieta, emocionada após o reencontro.

Segundo a veterinária responsável pelo exame, o microchip é fundamental para casos como este. “Cerca de 30% dos animais resgatados nos Estados Unidos têm microchip, e a chance de reencontro com a família aumenta em mais de 50%”, explicou a Dra. Karen Lee, da Sociedade Protetora dos Animais de São Francisco.

Fogos de artifício e animais de estimação

O caso de Prieta é um exemplo do estresse causado por fogos de artifício em animais. De acordo com a Associação Americana de Medicina Veterinária, o número de animais perdidos aumenta cerca de 30% durante feriados como o 4 de julho, quando fogos são comuns. Muitos fogem de medo e acabam se perdendo ou sofrendo acidentes.

A dona de Prieta espera que a história sirva de alerta. “Ela é muito medrosa. Nunca mais vou deixá-la sem coleira ou chip. Fogos de artifício são lindos, mas para os animais são um terror”, afirmou Mary. As equipes de resgate também reforçaram a importância de manter a identificação atualizada.

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