A Seleção da Espanha conquistou o título da Copa do Mundo da FIFA™ de 2026, demonstrando superioridade absoluta sobre a Argentina na grande final. Com um padrão de jogo sólido e controlador, a equipe espanhola impôs seu ritmo desde o início, deixando a Argentina sem capacidade de reação. O confronto, que se esperava equilibrado, transformou-se em um verdadeiro monólogo da Espanha.
Estatísticas esmagadoras na final
Os números da partida refletem o domínio espanhol: foram 20 finalizações da Espanha contra apenas 2 da Argentina. Do total, os espanhóis acertaram 12 vezes a meta de Emiliano Martínez, enquanto os argentinos não acertaram nenhum chute no gol defendido por Unai Simón. A Argentina só venceu no quesito faltas, com 24 infrações cometidas, além de ter um jogador expulso. O meio-campista Enzo Fernández, do Chelsea, recebeu dois cartões amarelos e foi expulso no final do tempo regulamentar. Segundo analistas, o árbitro foi benevolente, ignorando lances violentos que poderiam ter resultado em punições mais severas para a Argentina.
Campanhas distintas apesar de lesões
Tanto Espanha quanto Argentina enfrentaram problemas de lesões ao longo do torneio. No entanto, a Argentina sofreu uma queda acentuada de produção, enquanto a Espanha conseguiu manter seu nível. O segredo espanhol, de acordo com especialistas, está no sistema de jogo que desgasta menos os jogadores. A solidez defensiva foi capital para a campanha quase perfeita da Espanha, que sofreu apenas um gol em toda a competição. O estilo do técnico Luis de la Fuente, baseado no controle de bola, fez o coletivo funcionar harmonicamente, independentemente das peças em campo.
Dependência argentina de Messi
Em comparação com a edição de 2022, a ausência de Di Maria tornou a Argentina excessivamente dependente de Lionel Messi. Toda a criatividade ficou centralizada no camisa 10, que se esforçou para manter a equipe competitiva, mas não foi suficiente. A estafa física e mental do grupo argentino era evidente, contribuindo para o desempenho discrepante na final. A Argentina, ciente de sua inferioridade técnica, abusou da força física, beirando a deslealdade, mas nunca conseguiu ser competitiva.
Espanha: prêmio ao futebol coletivo
A forma como a Espanha conduziu a vitória é um prêmio ao futebol coletivamente bem organizado. O grande diferencial foi manter o estilo de jogo independentemente do adversário. Por trás desse domínio, há um sistema macro que consolidou um DNA potente e abrangente, valorizando o coletivo em todas as categorias de base da Seleção Espanhola. O trabalho é longevo e contínuo, potencializando essa estrutura vencedora.



