Torcidas da Copa do Mundo 2026: remada viking, estátua e Bangladesh
Torcidas da Copa: remada viking, estátua e Bangladesh

A Copa do Mundo de 2026 está sendo marcada não apenas pelo futebol, mas também pela criatividade e paixão das torcidas. Três manifestações em particular chamaram a atenção global: a remada viking da Noruega, o torcedor-estátua da República Democrática do Congo e a divisão entre Brasil e Argentina em Bangladesh.

Remada Viking: a coreografia que conquistou o mundo

A torcida norueguesa espalhou pelos três países-sede (EUA, Canadá e México) a "remada viking", uma coreografia que imita o movimento do remo, esporte tradicional na Noruega. As imagens viralizaram, com pessoas ao redor do mundo reproduzindo o gesto. O criador, professor Ole Frøystad, ficou surpreso com a repercussão: "Não fazia ideia de que esse cântico fosse se tornar tão grande, mas ele cresceu tanto graças aos torcedores noruegueses. Estamos criando uma união entre nações". Frøystad, que ganhou mais de 60 mil seguidores como "Senhor Row Row", adiou seu retorno à Noruega para continuar na Copa.

Torcedor-estátua: homenagem a Patrice Lumumba

Na torcida da República Democrática do Congo, Michel Nkuka Mboladinga, conhecido como Kuka Muladinga, viralizou ao se comportar como uma estátua durante os jogos. Vestindo um terno com as cores da bandeira congolesa, ele homenageia Patrice Lumumba, primeiro-ministro do país em 1960 e figura central na independência, assassinado em 1961 com envolvimento dos EUA e Bélgica.

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Bangladesh: a rivalidade Brasil x Argentina no outro lado do mundo

Em Bangladesh, a paixão pelo futebol se divide entre Brasil e Argentina. A rivalidade sul-americana se reflete no país asiático, com torcedores se reunindo em locais como a Universidade Internacional de Daffodil, em Daca. Em 2022, brigas entre torcedores deixaram sete feridos. Bangladesh fica a cerca de 15 mil km do Brasil, distância similar à dos Estados Unidos, um dos países-sede.

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