Trump acusa China de hackear dados de 220 milhões de eleitores
Trump acusa China de hackear dados de 220 milhões de eleitores

Em um discurso à nação na noite desta quinta-feira (16), o ex-presidente Donald Trump acusou a China de ter acessado ilegalmente os registros de 220 milhões de eleitores americanos durante as eleições de 2020. Trump classificou o ato como um 'pesadelo sem precedentes' para a segurança eleitoral dos Estados Unidos.

Alegações de interferência chinesa

Trump voltou a afirmar que Pequim atuou contra seu primeiro governo, tentando influenciar o resultado eleitoral. As acusações ecoam um relatório de inteligência dos EUA que sugere esforços chineses para interferir no processo democrático americano. 'A China violou a privacidade de milhões de cidadãos americanos', declarou Trump durante o pronunciamento.

Resposta da China

O governo chinês mantém a negativa sobre qualquer interferência, classificando as acusações como 'absurdas' e infundadas. Pequim afirma que respeita a soberania dos países e não se envolve em assuntos internos de outras nações. A China enfrenta críticas semelhantes de outros países ocidentais, que também apontam tentativas de influência política.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Impacto e repercussão

As declarações de Trump reacendem o debate sobre a segurança das eleições americanas e a vulnerabilidade dos dados dos eleitores. Especialistas apontam que, se confirmado, o acesso a informações de 220 milhões de eleitores representaria uma das maiores violações de dados da história dos EUA. Até o momento, não há confirmação independente das alegações.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar