As recompras de ações na Bolsa brasileira aceleraram e atingiram R$ 11 bilhões, movimento que chama a atenção de investidores. Enquanto isso, o economista-chefe do Safra, Carlos Kawall, afirmou ver 'algo errado' na política econômica e criticou a manutenção da Selic em patamar elevado. O IGP-10 registrou queda de 1,13% em julho, puxado pelo recuo do petróleo, segundo a FGV. Já o IBC-Br, considerado a prévia do PIB, avançou 0,10% em maio, acima das expectativas do mercado.
Recompras e ações em destaque
As recompras de ações na B3 somaram R$ 11 bilhões recentemente, impulsionadas por empresas como Lavvi, Plano & Plano, Embraer, Vamos e Eneva. Essas companhias estão entre as que mais recompram papéis, gerando oportunidades para investidores. A Embraer, por exemplo, tem se destacado não apenas pelas recompras, mas também pela parceria de sua subsidiária Eve com a Hitachi para infraestrutura de eVTOLs.
Críticas à política econômica
O economista Carlos Kawall, do Safra, afirmou que há 'algo errado' na política econômica brasileira, criticando a taxa Selic elevada. Segundo ele, a manutenção de juros altos prejudica a atividade econômica e não se justifica diante do cenário de inflação controlada. A declaração ocorre em meio a debates sobre a eficácia da política monetária.
IGP-10 e prévia do PIB
O IGP-10 caiu 1,13% em julho, influenciado pela queda nos preços do petróleo. O dado foi divulgado pela FGV e reforça a tendência de desaceleração inflacionária. Paralelamente, o IBC-Br, indicador do Banco Central que antecipa o PIB, subiu 0,10% em maio, superando a expectativa de estabilidade. O resultado sugere resiliência da economia, apesar dos desafios.
Mercados e política
O tarifaço dos EUA pressiona a Bolsa, mas analistas alertam que o próximo risco pode ser maior. Em Brasília, as negociações sobre novas taxas envolvem Lula, que fez ofertas e vetos em meio a pressões políticas. No STF, Alexandre de Moraes assume a presidência temporária. No cenário internacional, Trump restringe vistos de estudantes e jornalistas, enquanto Xi Jinping apresenta a China como líder da nova ordem global em IA.
Oportunidades e investimentos
O gestor Appel, da Adam, afirma que 'nunca nada tão óbvio esteve tão barato' sobre alocação em IA. A Kinea questiona se US$ 1 trilhão investido em IA terá retorno. Hedge funds chineses que lucraram com IA começam a buscar saída. No mercado imobiliário, o FII HGRE11 vende conjuntos comerciais em SP e propõe emissão de até R$ 700 milhões. Para quem busca renda fixa, CDBs, LCIs e LCAs oferecem taxas atrativas.



