CDBs na XP pagam até 14,600% ao ano e LCAs até IPCA+8,780%
CDBs na XP pagam até 14,600% ao ano e LCAs até IPCA+8,780%

O mercado de emissão bancária dentro da plataforma da XP oferece, nesta quarta-feira (29), CDBs com taxas prefixadas de até 14,600% ao ano com vencimento superior a 12 meses. Já os títulos de inflação pagam até IPCA+8,780% em mais de um ano, enquanto os pós-fixados rendem até 102% do CDI em 12 meses.

Ofertas de LCAs e LCIs na plataforma

As LCAs disponíveis contam com taxas prefixadas de até 11,180% em um ano. As atreladas à inflação pagam IPCA+6,060% em 12 meses, e as pós-fixadas oferecem até 84% do CDI com vencimento superior a um ano. Já as LCIs têm taxas prefixadas de até 11,000% em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 82,5% do CDI com vencimento em um ano.

A plataforma destaca algumas opções específicas: CDB Banco XP com taxa de 102,75% do CDI e vencimento em julho de 2031; CDB Neon Financeira com 105,5% do CDI e vencimento em julho de 2029; CDB Paulista com 107% do CDI e vencimento em julho de 2029; e LCA Banco Bocom BBM SA com 88% do CDI e vencimento em julho de 2031.

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Cenário macroeconômico e decisão do Fed

O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, define nesta quarta-feira os rumos da taxa básica de juros, atualmente na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano. Embora 70% do mercado projete a manutenção das taxas, a discussão sobre a trajetória da política monetária mudou. A expectativa de cortes ao longo do ano recuou, abrindo espaço para a possibilidade de uma pausa prolongada até o final de 2026 — ou mesmo de novas altas, dependendo dos próximos indicadores.

As atenções dos investidores não estão voltadas apenas para o número a ser anunciado, mas para a conjuntura que o cerca: os choques no preço do petróleo motivados pelo conflito entre Estados Unidos e Irã e a drástica mudança na comunicação da autoridade monetária, agora sob a presidência de Kevin Warsh.

Mercado de DIs e indicadores locais

As taxas dos DIs registraram queda firme nesta terça-feira, impulsionadas pelos dados de inflação do IPCA-15, que vieram abaixo das estimativas do mercado, e com a ajuda adicional das perdas do petróleo no exterior. No fim da tarde, a taxa do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2028 estava em 13,985%, ante o ajuste de 14,042% da sessão anterior. Na ponta longa da curva, o DI para janeiro de 2035 marcava 14,66%, ante 14,702%.

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