Com 130 mil ingressos destinados a imersões e R$60 milhões investidos, a operação de José Roberto Marques entrou num setor de alto ticket com uma tese diferente: desenvolvimento humano como política de acesso, não como privilégio. O fundador do IBC (Instituto Brasileiro de Coaching) reforça a importância de tornar o desenvolvimento pessoal acessível a um público mais amplo.
Investimento e alcance
O montante de R$60 milhões foi aplicado em infraestrutura, conteúdo e logística para viabilizar as imersões. Os 130 mil ingressos representam um esforço de escala para atingir pessoas que antes não teriam condições de participar de programas de alto custo. Segundo Marques, a ideia é que o desenvolvimento humano seja visto como um direito, não como um artigo de luxo.
Impacto no setor
A iniciativa do IBC desafia o modelo tradicional de coaching e desenvolvimento pessoal, que costuma ter valores elevados e acesso restrito. Ao democratizar o acesso, Marques espera gerar impacto social e econômico, capacitando mais pessoas para o mercado de trabalho e para a vida pessoal. “O desenvolvimento humano não pode ser privilégio de poucos. Ele deve ser uma política de acesso para todos”, afirmou o fundador.



