Bancos privados, como Bradesco e Itaú, resistem a participar da operação de resgate do Banco de Brasília (BRB), mesmo após um acordo mediado pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF). O plano prevê um empréstimo de R$ 6,6 bilhões com garantias do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Sem o apoio dos bancos privados, a direção do BRB avalia recorrer novamente ao STF para garantir a viabilidade da operação.
Mediação do STF e resistência dos bancos
O acordo mediado pelo ministro Luiz Fux previa a entrada de um grupo de bancos privados como fiadores da operação. No entanto, Bradesco e Itaú, entre outros, relutam em assumir esse papel, o que coloca em risco o resgate do BRB. A recusa dos bancos privados agrava a crise da instituição financeira, que enfrenta multas diárias aplicadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Próximos passos do BRB
Diante da resistência, a direção do BRB considera recorrer novamente ao STF para pressionar os bancos privados a cumprir o acordo. Sem a participação deles, o plano de resgate pode naufragar, elevando as incertezas sobre o futuro do banco. A situação é crítica, e o BRB busca alternativas para evitar o colapso.



