Preso em Copacabana por cobrar R$ 8,5 mil de turista por caipirinha
Preso em Copacabana por cobrar R$ 8,5 mil por caipirinha

Um ambulante foi preso em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, suspeito de cobrar R$ 8,5 mil de um turista polonês por uma caipirinha. Geovani Moisés da Silva dos Santos, de 39 anos, foi autuado em flagrante por estelionato, segundo a Polícia Civil. O crime ocorreu na areia da praia, na altura do posto 6.

Reconhecimento pela vítima

A vítima, um turista polonês de 46 anos, procurou a delegacia após perceber o valor exorbitante cobrado no cartão de crédito. O homem disse que pediu uma caipirinha e, ao tentar pagar com cartão, o ambulante teria digitado o valor de R$ 8,5 mil. De acordo com a polícia, o turista só percebeu o golpe depois, quando checou o extrato bancário. Ele voltou à praia no dia seguinte e reconheceu Geovani, acionando a polícia.

Flagrante e antecedentes

Geovani foi levado para a 12ª DP (Copacabana), onde foi autuado em flagrante. A Polícia Civil informou que ele já possui passagens por porte de drogas. O ambulante permanece preso à disposição da Justiça. O caso gerou repercussão nas redes sociais, com moradores e turistas pedindo mais fiscalização na orla carioca.

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Casos semelhantes na região

Este é o segundo caso de cobrança abusiva em Copacabana em menos de um mês. Em julho, um outro ambulante foi preso por cobrar R$ 3 mil de uma turista argentina por dois drinks. A Polícia Civil intensificou o patrulhamento na praia, mas alerta que turistas devem sempre verificar o valor na maquininha antes de digitar a senha. A Secretaria Municipal de Ordem Pública informou que realiza operações regulares para coibir práticas ilegais de vendedores não autorizados.

Orientações para evitar golpes

Especialistas em segurança recomendam que turistas optem por quiosques oficiais e confiram o valor total antes de finalizar a compra. Em caso de suspeita, a orientação é procurar a polícia imediatamente. A Delegacia do Turista (Deatur) também pode ser acionada para auxiliar visitantes estrangeiros. O caso segue sendo investigado para identificar possíveis outros golpes aplicados por Geovani.

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