Mulher é presa com 33 kg de skunk no aeroporto de Boa Vista
Presa com 33 kg de skunk no aeroporto de Boa Vista

Uma mulher foi presa com 33 kg de skunk no Aeroporto Internacional de Boa Vista Atlas Brasil Cantanhede, em Roraima. A prisão ocorreu na última sexta-feira (31) durante uma fiscalização de rotina da Polícia Federal (PF) no terminal. O caso foi divulgado somente nesta segunda-feira (3) pela corporação.

Flagrante e autuação

A suspeita transportava a droga em uma mala, que chamou a atenção dos agentes durante a inspeção. Após a abordagem, ela foi conduzida à Superintendência Regional da PF em Boa Vista, onde foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico interestadual de drogas. Em seguida, a mulher foi encaminhada ao sistema prisional do estado, permanecendo à disposição da Justiça.

A PF não divulgou o nome da suspeita nem detalhes sobre o destino da carga, mas a apreensão de 33 kg de skunk é considerada significativa para o estado, que faz fronteira com a Venezuela e a Guiana.

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O que é a skunk?

A skunk, também conhecida como “supermaconha” ou “skank”, é uma variedade da cannabis obtida por meio de cruzamentos genéticos e cultivo controlado. Essa droga apresenta uma concentração muito mais alta de tetra-hidrocanabinol (THC), a principal substância psicoativa da maconha, comparada à maconha comum. Por isso, seus efeitos no organismo são mais intensos e o potencial de dependência é maior.

Especialistas alertam que o uso de skunk pode levar a quadros de ansiedade, paranoia e até psicoses, especialmente em pessoas com predisposição a transtornos mentais. A droga tem se tornado cada vez mais comum em apreensões no Brasil, principalmente nas regiões de fronteira.

Impacto da apreensão

A apreensão de 33 kg de skunk representa um golpe significativo ao tráfico de drogas na região Norte. Segundo a PF, a droga provavelmente abasteceria mercados consumidores em outros estados brasileiros, daí a caracterização de tráfico interestadual. A ação reforça a importância do monitoramento aeroportuário no combate ao narcotráfico.

O caso segue sob investigação, e a PF não descarta a possibilidade de novas prisões relacionadas à mesma rede criminosa. A mulher presa já passou por audiência de custódia e permanece detida.

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