Homem de 37 anos é encontrado morto com sinais de violência em JF
Homem de 37 anos morre com sinais de violência em JF

Um homem de 37 anos foi encontrado morto dentro de uma casa na sexta-feira (31), no bairro Progresso, em Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais. A Polícia Militar (PM) foi acionada por um vizinho, que percebeu uma situação incomum na residência e chamou a corporação. Quando os agentes chegaram ao imóvel, o homem já estava sem vida.

O vizinho não deu detalhes sobre o que teria motivado o chamado, mas a equipe foi enviada ao endereço. De acordo com a Polícia Militar, o corpo apresentava ferimentos na mandíbula e no antebraço, além de dois afundamentos no crânio. A equipe que atendeu à ocorrência também encontrou vestígios de sangue em diferentes partes da casa, o que indica a gravidade da violência.

Como foi o atendimento

Assim que receberam o chamado, os militares seguiram para o endereço no bairro Progresso. Ao chegarem, encontraram o portão encostado e as janelas com vidros quebrados. Após entrarem no imóvel, localizaram o homem já sem vida. O local foi preservado para o trabalho da perícia.

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Vestígios de sangue em vários cômodos

Dentro da residência, os policiais localizaram marcas de sangue em um dos quartos, na cozinha, no banheiro e no corredor. No quintal, havia um rastro de sangue. A PM não informou se o rastro seguia em direção ao portão ou a outro ponto da propriedade.

Ao todo, foram registrados vestígios em quatro cômodos e no quintal. A corporação não detalhou a quantidade de sangue nem a extensão das manchas. A ocorrência foi anotada pelos policiais para dar continuidade à investigação.

Indícios de luta corporal

Segundo a PM, o cenário encontrado indicava que a vítima teria entrado em luta corporal antes de morrer. As lesões no antebraço e na mandíbula, somadas aos afundamentos no crânio, reforçam essa hipótese. A polícia não descarta que o homem tenha tentado se defender durante a ação.

  • Ferimento na mandíbula
  • Ferimento no antebraço
  • Dois afundamentos no crânio

A corporação não informou se encontrou algum objeto que possa ter sido usado no crime. Também não havia informações sobre a arma utilizada ou sobre como o autor teria entrado no imóvel.

Portão encostado e janelas quebradas

Durante a vistoria, os policiais perceberam que o portão da casa estava apenas encostado. As janelas permaneciam fechadas, mas algumas tinham vidros quebrados. A PM não comentou se os vidros estavam quebrados antes ou se o rompimento ocorreu durante o episódio.

O estado do portão e das janelas passa a ser um dos pontos analisados na investigação. A dinâmica do crime ainda não foi esclarecida, e a polícia trabalha com as informações coletadas no local.

Vítima morava sozinha

Familiares do homem estiveram na casa e contaram aos policiais que ele morava sozinho. Segundo os parentes, a vítima fazia uso de drogas e bebidas alcoólicas. O relato foi registrado em boletim de ocorrência e pode ajudar a entender o contexto do caso.

A Polícia Militar não divulgou o nome do homem. O caso deve ser acompanhado pela Polícia Civil, que ficará responsável por apurar as circunstâncias da morte. Até o momento, não há suspeitos identificados nem informação sobre a motivação.

O que se sabe até agora

  • O homem de 37 anos foi encontrado morto na sexta-feira (31) no bairro Progresso.
  • A PM foi acionada por um vizinho após uma situação incomum.
  • O corpo tinha ferimentos na mandíbula, no antebraço e dois afundamentos no crânio.
  • Havia vestígios de sangue em quatro cômodos e rastro no quintal.
  • O portão estava encostado e as janelas tinham vidros quebrados.
  • Familiares informaram que a vítima morava sozinha e usava drogas e bebidas alcoólicas.

A PM também não informou se havia câmeras de segurança nas imediações do imóvel ou se testemunhas serão ouvidas. A perícia deve analisar o local e o corpo para auxiliar na elucidação do crime. A Polícia Civil vai requisitar exames complementares e instaurar inquérito para investigar o caso. O g1 Zona da Mata acompanha a apuração e aguarda novas informações das autoridades.

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