Paulo Roberto Barreto da Silva, conhecido como Arcanjo, foi baleado durante uma operação da Polícia Civil no Muquiço, bairro de Guadalupe, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e está internado sob custódia. Ele é suspeito de envolvimento na morte do policial militar Carlos Alberto Freire Neto, ocorrida no último dia 8 na mesma comunidade. Arcanjo será preso assim que receber alta médica.
Operação Arcanjo resulta em prisões e apreensões
A ação policial, batizada de Operação Arcanjo, também resultou na prisão de seis homens e na apreensão de um adolescente. Durante a operação, foram apreendidos drogas, armas e munições. A Polícia Civil informou que Arcanjo tem um extenso histórico criminal e costumava exibir armas em suas redes sociais.
Relembre o caso
O policial Carlos Alberto Freire Neto foi morto a tiros no dia 8 de julho, no Muquiço, durante uma abordagem. As investigações apontaram Arcanjo como um dos responsáveis pelo crime. Desde então, a polícia realizava buscas intensas na região para localizar o suspeito.
De acordo com a polícia, Arcanjo já possuía mandados de prisão em aberto e é considerado de alta periculosidade. A operação contou com o apoio de agentes de diversas unidades especializadas.
Detalhes da operação
As equipes policiais cercaram a comunidade do Muquiço na madrugada desta quinta-feira (24). Após troca de tiros, Arcanjo foi baleado e socorrido para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, onde permanece sob escolta policial. Os outros seis presos foram levados para a delegacia, e o adolescente foi encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.
A polícia não divulgou os nomes dos demais detidos, mas informou que todos têm passagens por tráfico de drogas e roubo. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos na morte do policial.



