A jornalista Esther Gama compartilhou sua experiência de rope jump, modalidade que ficou sob os holofotes após a morte trágica de Maria Eduarda. Em entrevista, ela relatou um breve 'apagão' durante o salto de 'aviãozinho' de uma ponte em Barra Mansa, no Rio de Janeiro. 'A única coisa que passou pela minha cabeça era que não tinha onde segurar', disse Esther, que pulou na mesma modalidade que vitimou a jovem.
O relato do salto
Esther conta que, ao saltar, sentiu um momento de confusão mental, sem conseguir se localizar no espaço. Familiares que assistiam ao lado ficaram alarmados, mas ela conseguiu concluir o salto em segurança. A experiência, no entanto, deixou claro para ela a importância de protocolos rigorosos.
Debate sobre segurança
A morte de Maria Eduarda, que foi lançada sem segurança de uma ponte em São Paulo, reacendeu o debate sobre os protocolos adotados em esportes de aventura. Especialistas apontam falhas na checagem de equipamentos e na supervisão das equipes. Esther reforça que, apesar do susto, a atividade pode ser segura quando realizada com responsabilidade.
- Protocolo de segurança: Verificação dupla de todos os equipamentos antes do salto.
- Treinamento: Equipes devem ser capacitadas para emergências.
- Alerta: Participantes devem ser informados sobre riscos e procedimentos.
O caso serve de alerta para que empresas e praticantes redobrem a atenção, garantindo que a adrenalina não venha acompanhada de riscos desnecessários.



