A Prefeitura de São Paulo confirmou que um morcego encontrado no bairro do Alto de Pinheiros, na Zona Oeste da capital, testou positivo para o vírus da raiva. Este é o oitavo caso registrado na cidade em 2026, segundo a Divisão de Vigilância de Zoonoses (DVZ), vinculada à Secretaria Municipal da Saúde.
Casos anteriores em 2026
Além do caso no Alto de Pinheiros, outras ocorrências foram confirmadas neste ano em diferentes regiões: Santa Cecília (Centro), Capela do Socorro e Santo Amaro/Cidade Ademar (Zona Sul) e Guaianases (Zona Leste). A DVZ informa que a ocorrência de raiva em morcegos é ocasional, pois o vírus circula naturalmente nessa espécie.
Recomendações da Vigilância de Zoonoses
Sempre que há uma confirmação, equipes da prefeitura realizam ações educativas para orientar a população. A principal recomendação é não tocar em animais encontrados caídos, voando durante o dia, no interior de edificações ou com comportamento anormal. A raiva pode ser transmitida por mordeduras, arranhaduras e lambeduras de mamíferos infectados. No caso de morcegos, a Vigilância alerta que até um simples contato pode resultar na transmissão do vírus.
Para quem encontrar um morcego caído ou dentro de casa, a orientação é cobri-lo com um pano, toalha ou caixa para contê-lo de forma segura, sem contato direto com as mãos. Em seguida, deve-se solicitar a remoção pelo serviço SP156 ou portal da prefeitura.
Vacinação antirrábica para cães e gatos
A Secretaria da Saúde orienta tutores de cães e gatos a manterem a vacinação antirrábica atualizada. Embora a raiva esteja controlada entre cães e gatos no município de São Paulo, a vacinação anual é obrigatória por lei e essencial para manter a doença sob controle, protegendo animais e humanos. A imunização é gratuita no posto permanente da Vigilância de Zoonoses (Rua Santa Eulália, Santana) e em outros 18 postos fixos espalhados por todas as zonas da capital. Os locais e horários estão disponíveis no site da prefeitura.



