O presidente da Bradsaúde, Carlos Marinelli, afirmou que a judicialização é uma preocupação para o setor de saúde, mas destacou que a empresa possui maturidade para lidar com o tema. A declaração foi dada durante evento, conforme registro fotográfico de Maria Tereza Correia/Valor.
Posição da empresa diante de liminares
Marinelli explicou que, uma vez recebida uma liminar, a companhia não tem alternativa senão cumpri-la. "Uma vez que você tem uma liminar, a gente vai cumprir a liminar, não temos outra opção, mas vamos estabelecendo conhecimento e evoluindo nossa atuação sobre isso", acrescentou.
Segundo o executivo, a estratégia da Bradsaúde é aprender com cada caso e aprimorar os processos internos, mesmo diante de decisões judiciais que podem impactar as operações.
Impacto no setor de saúde suplementar
A judicialização tem sido um dos principais desafios para operadoras de saúde no Brasil, gerando custos adicionais e incertezas regulatórias. A declaração de Marinelli reflete uma postura de adaptação contínua, reconhecendo a necessidade de conviver com o fenômeno.
A Bradsaúde, que atua no segmento de planos de saúde, busca equilibrar o cumprimento das obrigações legais com a sustentabilidade financeira, conforme indicou o presidente.
Perspectivas futuras
Marinelli sinalizou que a empresa pretende investir em conhecimento e capacitação para lidar com a judicialização de forma mais eficiente. "Vamos estabelecendo conhecimento e evoluindo nossa atuação", reforçou, indicando um caminho de aprendizado contínuo.
Com isso, a Bradsaúde espera minimizar os impactos negativos das liminares e manter a qualidade do atendimento aos beneficiários, apesar do cenário desafiador.



