Automação como resposta ao déficit global de profissionais
Diante do déficit global de profissionais de saúde projetado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) — que estima a falta de 10 milhões de trabalhadores até 2030 — e do avanço do esgotamento no setor, a gestão eficiente das equipes tornou-se prioridade. No Saúde Business Fórum 2026, José Pedro Fernandes, Executive Vice President da SISQUAL® WFM, apresentou soluções baseadas em automação de escalas, conformidade trabalhista e inteligência de dados para aliviar a sobrecarga das equipes e sustentar a qualidade assistencial em hospitais e clínicas brasileiros.
Impacto da sobrecarga na qualidade assistencial
O esgotamento profissional, ou burnout, afeta diretamente a segurança do paciente e a eficiência operacional. Fernandes destacou que a sobrecarga de trabalho é um dos principais fatores que levam ao afastamento de enfermeiros e médicos. “A automação permite não apenas distribuir as cargas de forma mais equitativa, mas também garantir que as escalas estejam em conformidade com a legislação trabalhista, reduzindo riscos legais e melhorando a satisfação da equipe”, afirmou o executivo.
Inteligência de dados para decisões mais precisas
A inteligência de dados, segundo Fernandes, possibilita prever picos de demanda e ajustar o dimensionamento das equipes em tempo real. Hospitais que utilizam sistemas de gestão de força de trabalho, como o da SISQUAL® WFM, conseguem reduzir em até 20% os custos com horas extras e diminuir a rotatividade de funcionários. “Com dados históricos e preditivos, é possível criar escalas que respeitam os limites de jornada e priorizam o bem-estar dos profissionais”, explicou.
Saúde Business Fórum 2026: tendências e debates
O evento, que reúne líderes do setor de saúde, abordou ainda tendências como a telemedicina e a digitalização de processos. A participação da SISQUAL® WFM reforça a importância de aliar tecnologia à gestão de pessoas para enfrentar os desafios atuais. A expectativa é que, com a adoção dessas ferramentas, as instituições de saúde consigam manter a qualidade assistencial mesmo em cenários de escassez de mão de obra.



