A ferramenta preditiva 'Bola de Cristal', desenvolvida pelo Departamento de Matemática da UFMG, atualizou as probabilidades do Brasil conquistar o hexa na Copa do Mundo de 2026. Com o novo formato de 48 seleções, o campeão precisará disputar oito jogos, um a mais que nas edições anteriores. A análise considera o desempenho recente das equipes e o ranking da Fifa, com atualizações após cada partida.
No Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia, o Brasil tem 82,28% de chance de avançar ao mata-mata. Caso confirme o favoritismo e termine em primeiro, enfrentará o vice-líder do Grupo F, que reúne Holanda, Japão, Suécia e Tunísia. A Holanda é o adversário mais provável nessa fase, com 20,4% de chance de confronto, e leve vantagem para os holandeses: 38,9% contra 38,5% do Brasil.
Nas oitavas de final, o Brasil teria 42,9% de chance de chegar, enfrentando o vice-líder dos grupos E ou I. Possíveis adversários incluem Alemanha, França, Noruega, Senegal ou Costa do Marfim. Contra França (46% a 37%) e Alemanha (42% a 39,7%), o Brasil aparece em desvantagem. Nas quartas, a Inglaterra é o oponente mais provável, com 2% de chance de cruzamento e pequena vantagem inglesa (39,5% a 36,5%).
Na semifinal, o Brasil pode reencontrar Marrocos, com 39,5% de chance de classificação para a final. Na decisão, a Argentina surge como adversária mais provável, com vantagem argentina de 45,5% contra o Brasil. A ferramenta também destaca que o novo formato gera 495 possibilidades de chaveamento na fase que antecede as oitavas, aumentando a imprevisibilidade do torneio.



