Incêndio atinge 1 hectare em Itaocara e é tratado como crime ambiental
Incêndio atinge 1 hectare em Itaocara e é tratado como crime

Um incêndio de grandes proporções consumiu aproximadamente 10 mil metros quadrados de vegetação nativa e pastagem em Itaocara, no Noroeste Fluminense, neste domingo (2). A área atingida, equivalente a um hectare, fica às margens da RJ-116, no km 197. Policiais militares do 3º Grupamento de Polícia Ambiental (3ºGPAm), que faziam patrulhamento na região, constataram o fogo e registraram a ocorrência como crime ambiental.

Fiscalização e responsável não localizado

De acordo com a corporação, durante a fiscalização no local, o responsável pela propriedade não foi encontrado para prestar esclarecimentos. A ausência do proprietário dificulta a apuração imediata das causas do incêndio, que pode ter origem criminosa ou acidental.

A Polícia Civil foi acionada e solicitou perícia técnica para investigar as circunstâncias exatas do ocorrido. A análise pericial deverá determinar se houve intenção ou negligência, além de dimensionar os danos ambientais causados à fauna e à flora locais.

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Impacto ambiental e legislação

Incêndios em vegetação nativa, como o registrado em Itaocara, são considerados crimes ambientais pela legislação brasileira. A Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998) prevê penalidades que variam de multa a reclusão, dependendo da gravidade e da extensão dos danos.

O fogo em áreas de pastagem e mata nativa pode destruir habitats, matar animais silvestres e comprometer a qualidade do solo. Além disso, a fumaça gerada afeta a qualidade do ar e pode causar problemas respiratórios na população vizinha.

Orientações e prevenção

A Polícia Ambiental orienta a população a evitar queimadas, mesmo em áreas rurais, e a comunicar imediatamente qualquer princípio de incêndio às autoridades competentes. Ações rápidas podem evitar a propagação do fogo e reduzir os danos ambientais.

O caso segue sob investigação, e a perícia deverá contribuir para a identificação das causas e possíveis responsáveis. A população local aguarda medidas que evitem novos incidentes na região.

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