Jackson Pereira de Sousa foi condenado a 18 anos e 9 meses de prisão, em regime fechado, pelo homicídio qualificado de Natanael Romano da Conceição, ocorrido em julho de 2025, em Açailândia, no interior do Maranhão. A sentença foi proferida pelo juiz Euclides Arruda durante sessão realizada no dia 30 de julho, após acusação do Ministério Público do Maranhão (MPMA), representado pela promotora de Justiça Fabiana Santalucia Fernandes.
Detalhes do crime
Segundo a denúncia do MPMA, o crime aconteceu em um bar no bairro Vila Ildemar. As investigações apontaram que Jackson teria chegado ao local armado e, após um desentendimento relacionado ao uso de uma cadeira, perseguiu Natanael até uma garagem próxima ao estabelecimento. Ainda conforme a denúncia, o réu teria ameaçado a vítima com uma arma de fogo. Mesmo após ser contido por uma testemunha, Jackson teria aproveitado um momento de distração e efetuado três disparos contra Natanael.
Socorro e morte
A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao Hospital Municipal de Açailândia, mas não resistiu aos ferimentos. A condenação em regime fechado reflete a gravidade do crime, que teve como motivação um motivo fútil e utilizou recurso que dificultou a defesa da vítima, conforme as qualificadoras reconhecidas pela Justiça.
Impacto e repercussão
O caso gerou comoção na cidade de Açailândia, que tem cerca de 110 mil habitantes, segundo o IBGE. A condenação demonstra o empenho do MPMA e do Judiciário em responsabilizar autores de crimes violentos na região. A promotora Fabiana Santalucia Fernandes destacou a importância da sentença para a comunidade, afirmando que 'a justiça foi feita, e esperamos que isso sirva de alerta para aqueles que pensam em cometer crimes semelhantes'. A defesa do réu ainda pode recorrer da decisão.



