Karina Kufa perde guarda do filho após casar com Thiago Brennand
Karina Kufa perde guarda do filho após casamento

A Justiça de São Paulo determinou que o filho de Karina Kufa permaneça provisoriamente com o pai após as férias, retirando a guarda compartilhada que existia anteriormente. A decisão liminar foi tomada depois que Kufa se casou com Thiago Brennand, empresário preso desde 2023 e condenado por estupro e outros crimes graves.

Decisão judicial e motivos

Segundo informações do g1, a juíza responsável pelo caso entendeu que o casamento de Kufa com Brennand altera significativamente o ambiente familiar da criança, exigindo uma análise aprofundada sobre o melhor interesse do menor. A decisão é provisória e cabe recurso.

O pai da criança, que não teve o nome divulgado, já havia manifestado preocupação com a influência de Brennand sobre o filho. A guarda compartilhada vinha sendo exercida normalmente até o anúncio do casamento, que ocorreu em cerimônia íntima no início de julho.

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Contexto do caso

Thiago Brennand está preso desde 2023, acusado de estupro, cárcere privado e outros crimes. Ele foi condenado em primeira instância e aguarda julgamento de recursos. Karina Kufa, advogada, anunciou o casamento com o empresário em suas redes sociais, o que gerou repercussão e levou o pai da criança a pedir a revisão da guarda.

A decisão liminar cita que a convivência da criança com Brennand, mesmo que indireta, pode representar riscos, e que a situação precisa ser avaliada com cautela. A Justiça também determinou que Kufa não pode levar o filho para visitar Brennand na prisão sem autorização judicial.

Impacto e próximos passos

A medida cautelar vale até que um estudo psicossocial seja concluído e uma nova audiência seja realizada. A defesa de Karina Kufa afirmou que irá recorrer, argumentando que o casamento não interfere na capacidade materna e que a criança sempre recebeu cuidados adequados.

O caso reacende o debate sobre os limites da guarda compartilhada quando um dos genitores se envolve com pessoas condenadas por crimes graves. Especialistas ouvidos pelo g1 destacam que o Judiciário deve priorizar o bem-estar da criança em todas as decisões.

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