A defesa de Monique Medeiros, ré pela morte do menino Henry Borel, afirmou que ela foi 'execrada pelo Brasil' antes mesmo do julgamento oficial. Os advogados destacam que o Conselho de Sentença, composto majoritariamente por homens, analisou minuciosamente as provas apresentadas ao longo dos dez dias de julgamento, rejeitando uma condenação baseada na pressão da opinião pública.
Decisão do júri
Após a concessão de perdão judicial por homicídio culposo, a defesa argumenta que os jurados contrariaram a condenação moral já imposta pela mídia e pela sociedade. 'Monique foi julgada e condenada nas redes sociais e na imprensa antes mesmo de qualquer veredito oficial', disseram os advogados.
Análise das provas
Segundo a defesa, não havia evidências de que Monique tivesse conhecimento das agressões sofridas por Henry. Os advogados enfatizam que o Conselho de Sentença examinou cada detalhe do processo e concluiu pela inocência da ré quanto à acusação de homicídio doloso.
- Julgamento durou dez dias
- Conselho de Sentença formado por maioria de homens
- Defesa alega que mídia influenciou opinião pública
A defesa ainda criticou o que chamou de 'execração pública' e pediu que a sociedade respeite a decisão judicial. 'O Brasil precisa entender que o julgamento foi feito dentro do tribunal, não nas ruas ou na internet', concluíram.



