Anac multa operador de helicóptero por recusa de informações após colisão
Anac multa operador de helicóptero após colisão no Rio

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aplicou uma multa ao operador de um dos helicópteros envolvidos na trágica colisão aérea que resultou na morte de seis pessoas no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. A penalidade foi motivada pela recusa do operador em fornecer documentos e informações solicitadas pela agência reguladora.

Denúncia de irregularidades

A investigação teve início após uma denúncia de que a empresa estaria realizando serviços de táxi aéreo de forma clandestina. Além disso, foram encontradas inconsistências no diário de bordo da aeronave, com lançamentos irregulares de horas totais voadas. A situação levantou suspeitas sobre a manutenção do helicóptero, que supostamente estaria com os prazos de revisão vencidos.

Fiscalização no Aeroporto de Jacarepaguá

Diante das evidências, a Anac recomendou uma fiscalização direta no Aeroporto de Jacarepaguá, base de operações da empresa. A multa foi aplicada especificamente pela recusa em fornecer informações durante o processo de apuração, o que configura obstrução à fiscalização.

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Investigação do Cenipa

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) também está conduzindo uma investigação paralela para determinar as causas da colisão em pleno voo. As autoridades buscam esclarecer se as irregularidades identificadas contribuíram para o acidente.

A colisão entre os dois helicópteros chocou a população do Rio de Janeiro e reacendeu o debate sobre a segurança da aviação civil no país. A Anac reforçou que continuará monitorando as operações aéreas e aplicando sanções em casos de descumprimento das normas.

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