Às vésperas de lançar uma plataforma de ativos tokenizados, a RedMind, liderada por Guga Stocco, recorre a algoritmos desenvolvidos pela deeptech Grand Thera para enfrentar as duas barreiras que mantêm instituições e investidores fora do mercado de ativos digitais: a volatilidade e o risco de contraparte.
O desafio da volatilidade e do risco de contraparte
O mercado de ativos tokenizados promete revolucionar a forma como investidores acessam e negociam ativos, mas ainda enfrenta obstáculos significativos. A volatilidade extrema e a incerteza sobre a contraparte nas transações são os principais fatores que afastam players institucionais e investidores tradicionais. A RedMind, ao incorporar soluções de inteligência artificial, busca mitigar esses problemas.
Como a inteligência artificial atua
Os algoritmos da Grand Thera são projetados para analisar grandes volumes de dados em tempo real, identificando padrões que podem prever movimentos bruscos de preços e avaliar a confiabilidade das contrapartes. Essa capacidade permite que a plataforma da RedMind ofereça maior segurança e estabilidade, tornando os ativos tokenizados mais atraentes para um público mais amplo.
Próximos passos da RedMind
Com o lançamento iminente, a RedMind aposta na parceria com a Grand Thera para se diferenciar no mercado. A expectativa é que a inteligência artificial não apenas reduza riscos, mas também automatize processos de compliance e due diligence, acelerando a adoção de ativos tokenizados por investidores institucionais.



