A reforma tributária brasileira entra em uma fase decisiva a partir de 2026, com novas obrigações que impactam diretamente as empresas do regime regular. Desde janeiro, a transição já está em andamento, mas é em agosto que se consolida um marco importante: a obrigatoriedade do preenchimento dos campos de IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) nos documentos fiscais.
O que muda a partir de agosto de 2026
Segundo a RomaWise, especializada em gestão tributária, essa fase representa um divisor de águas para as rotinas fiscais das empresas. O preenchimento correto dos campos de IBS e CBS exige adaptação dos sistemas de emissão de notas fiscais e demais documentos fiscais eletrônicos. A empresa ressalta que a preparação não é apenas técnica, mas também estratégica, pois impacta a apuração dos tributos e a conformidade fiscal.
Até o momento, muitas empresas ainda estão se adaptando às mudanças legislativas e tecnológicas. A RomaWise alerta que o atraso na adequação pode gerar riscos de autuações e multas. A recomendação é que as companhias iniciem o mais rápido possível a revisão de seus processos e sistemas.
Impactos nas rotinas fiscais
A obrigatoriedade dos campos de IBS e CBS altera a forma como as empresas declaram suas operações. Isso inclui a necessidade de classificar corretamente os produtos e serviços de acordo com a nova legislação, além de integrar os sistemas com as plataformas dos fiscos estaduais e municipais. A RomaWise destaca que a transição é gradual, mas a partir de agosto de 2026, a exigência se torna efetiva para todas as empresas do regime regular.
Para auxiliar na preparação, a RomaWise oferece consultoria e soluções tecnológicas que automatizam o preenchimento dos campos, reduzindo erros e retrabalho. A empresa também realiza treinamentos para equipes fiscais, garantindo que estejam alinhadas às novas regras.
Preparação dos sistemas empresariais
A adaptação dos sistemas de gestão empresarial (ERP) é um dos pontos críticos. Muitos sistemas precisam ser atualizados ou substituídos para suportar as novas exigências. A RomaWise recomenda que as empresas realizem testes de integração e simulações antes do prazo final. A falta de preparo pode levar a inconsistências nos dados enviados ao fisco, gerando notificações e penalidades.
Além disso, a empresa destaca que a reforma tributária visa simplificar o sistema, mas a transição exige investimentos em tecnologia e capacitação. O cenário é desafiador, especialmente para pequenas e médias empresas, que muitas vezes não possuem departamentos fiscais robustos.
Próximos passos
A partir de agosto de 2026, a fiscalização tende a se intensificar. A RomaWise orienta que as empresas mantenham um cronograma de adequação, priorizando a correção de dados cadastrais e a atualização de softwares. O acompanhamento de especialistas é fundamental para evitar surpresas.
Em resumo, a reforma tributária avança para uma etapa crucial, e as empresas precisam agir agora para garantir a conformidade. A RomaWise se coloca à disposição para auxiliar nesse processo, oferecendo expertise e ferramentas para uma transição segura e eficiente.



