Estados Unidos e Israel anunciaram que a guerra contra o Irã entrou em uma nova fase, com promessa de 'aumento drástico' no poder de fogo. O regime iraniano afirma que aguarda os inimigos para responder com 'golpes dolorosos' e revelou que poderá usar armas nunca vistas em combate até agora.
As estratégias dos dois lados são muito diferentes. Americanos e israelenses utilizam sistemas sofisticados de tecnologia para acompanhar a localização do aiatolá Ali Khamenei e outras autoridades. No dia 28 de fevereiro, realizaram um ataque de precisão para executá-lo, dando início à guerra. Desde então, mísseis disparados pelos dois países atingiram ao menos 2 mil alvos no território iraniano.
O Irã já disparou milhares de drones e centenas de mísseis contra Israel e países com bases militares americanas. Alguns desses armamentos alcançam mais de 6 mil km/h e podem carregar ogivas superiores a 1 tonelada. O regime garante que seus equipamentos mais sofisticados ainda não foram utilizados.
O podcast 'O Assunto' convidou o especialista em defesa e segurança nacional Gunther Rudzit, professor da ESPM e da Universidade da Força Aérea (UNIFA), para analisar o arsenal de cada lado e o futuro do conflito. Também participa Cristian Wittmann, professor de direito da Unipampa e integrante do conselho do ICAN, que discute o uso de inteligência artificial na guerra e as questões éticas envolvidas.



