Renan Santos do MBL diz que precisa se provar como candidato viável
Renan Santos: 'preciso me provar' como candidato

O líder do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, afirmou nesta quarta-feira, 10, durante evento na Faria Lima, que ainda precisa "se provar" como candidato, mas se considera mais viável do que os ex-governadores Ronaldo Caiado (Goiás) e Romeu Zema (Minas Gerais). A declaração ocorre após pesquisa Quaest divulgada no mesmo dia, que aponta Renan com 3% das intenções de voto, empatado com Caiado e Zema.

Renan se posiciona como alternativa

Em sua fala, Renan destacou que sua candidatura representa uma ruptura com o bolsonarismo e com o chamado "Centrão", grupos que ele critica duramente. "Não sou herdeiro político de ninguém. Minha trajetória é de luta contra a corrupção e por reformas liberais", disse. Ele também criticou o senador Flávio Bolsonaro, afirmando que o bolsonarismo "já deu o que tinha que dar".

Pesquisa e viabilidade eleitoral

O pré-candidato do MBL reconheceu que os 3% nas pesquisas são um ponto de partida, mas argumentou que sua campanha tem potencial de crescimento. "Estou começando agora. Tenho convicção de que posso superar Caiado e Zema, que já são conhecidos nacionalmente", afirmou. Renan defendeu uma plataforma focada em reformas fiscais, privatizações seletivas e redução do Estado.

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Reações e próximos passos

O evento na Faria Lima, organizado pela Genial Investimentos, reuniu investidores e empresários. Renan aproveitou para apresentar suas propostas econômicas, que incluem a simplificação tributária e a abertura de setores estratégicos à iniciativa privada. A pré-candidatura de Renan ainda é vista com ceticismo por parte de analistas políticos, mas ele se mostra confiante: "Sei que tenho que me provar, mas estou disposto a fazer isso nas urnas".

Com a aproximação das eleições de 2026, o cenário presidencial segue indefinido. Renan Santos tenta se firmar como uma terceira via, em meio à polarização entre a direita bolsonarista e a esquerda petista. Sua aposta é conquistar o eleitorado jovem e liberal, insatisfeito com as opções tradicionais.

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