Fachin defende prestação de contas do Judiciário e prevê reforma até dezembro
Fachin defende prestação de contas do Judiciário e prevê reforma

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou que o 'momento do país' exige uma prestação de contas mais efetiva do Judiciário. A declaração foi feita durante a abertura dos trabalhos do grupo que irá discutir mudanças no sistema de Justiça, que se reuniu pela primeira vez nesta manhã. Fachin espera que as propostas de reforma sejam apresentadas até o dia 19 de dezembro deste ano.

Grupo de trabalho focado em governança e acesso à Justiça

O grupo criado pelo STF tem como objetivo debater temas como governança, eficiência e acesso à Justiça. Segundo Fachin, a iniciativa busca atender às demandas sociais por maior transparência e efetividade do Poder Judiciário. 'Precisamos olhar para dentro e nos perguntar como podemos melhorar o serviço prestado à sociedade', destacou o ministro.

Expectativa de propostas até o fim do ano

Fachin estabeleceu um prazo para a conclusão dos trabalhos: 19 de dezembro. Até lá, o grupo deverá elaborar um conjunto de sugestões que possam ser implementadas para modernizar o Judiciário. O presidente do STF ressaltou que a reforma é necessária para que o sistema de Justiça acompanhe as transformações sociais e tecnológicas.

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Reunião inicial marca o início dos debates

A primeira reunião do grupo ocorreu na manhã desta quarta-feira, 24 de junho de 2026, na sede do STF. Participaram magistrados, servidores e especialistas convidados. Durante o encontro, foram definidos os eixos temáticos que nortearão as discussões nos próximos meses. A expectativa é que os trabalhos sejam conduzidos de forma participativa, com consultas a entidades da sociedade civil e órgãos do sistema de Justiça.

Contexto de crise de confiança no Judiciário

A declaração de Fachin ocorre em um momento em que o Judiciário brasileiro enfrenta desafios relacionados à confiança pública. Pesquisas recentes indicam que a população demanda mais transparência e celeridade nos processos judiciais. O ministro reconheceu que 'o momento do país' impõe ao Judiciário a necessidade de se reinventar e prestar contas à sociedade.

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