Durigan pede que STF mantenha decisões que restringem bets ilegais
Durigan pede que STF mantenha restrições a bets

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que mantenha as decisões que restringem autorizações para empresas de apostas, conhecidas como bets. A declaração foi feita após reunião com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, na tarde desta quarta-feira.

Tolerância zero com bets ilegais

“Que seja tolerância zero com relação às bets ilegais, endurecimento da regulação e regras sobre lavagem de dinheiro”, afirmou Durigan. O ministro destacou a necessidade de medidas firmes para coibir a atuação de empresas não autorizadas e proteger os consumidores.

A reunião ocorre em meio a um cenário de crescente preocupação com o avanço das apostas online no Brasil. O governo federal tem buscado fortalecer o marco regulatório do setor, que ainda carece de normas claras para operação e fiscalização.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Impacto da regulação

Segundo Durigan, a manutenção das restrições pelo STF é fundamental para evitar que empresas ilegais continuem operando livremente. Ele ressaltou que a regulamentação deve ser acompanhada de mecanismos eficazes de combate à lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas.

O ministro não detalhou quais decisões específicas devem ser mantidas, mas a expectativa é que o STF analise casos que envolvem a suspensão de autorizações concedidas a bets sem observância da legislação vigente.

Próximos passos

O encontro com Fachin faz parte de uma série de articulações do Ministério da Fazenda para alinhar o entendimento entre os Poderes sobre a regulação das apostas. A pasta também trabalha em conjunto com a Secretaria de Prêmios e Apostas, vinculada ao Ministério, para aprimorar as regras do setor.

Durigan afirmou que o governo continuará dialogando com o STF e outros órgãos para garantir que a regulação seja efetiva. “Vamos trabalhar para que o Brasil tenha um ambiente de apostas seguro e legal, sem espaço para ilegalidades”, concluiu.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar