O Brasil caiu sete posições no ranking de competitividade global, ocupando agora o 65º lugar entre 70 países avaliados. A queda reflete desafios econômicos e estruturais que o país enfrenta.
Medida Provisória para o setor aéreo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou uma Medida Provisória que libera R$ 8 bilhões em crédito extra para empréstimos às companhias aéreas. A medida visa aliviar a crise do setor, agravada pela pandemia e pelos altos custos operacionais.
Impacto na economia
Especialistas avaliam que a injeção de recursos pode ajudar a manter empregos e evitar falências, mas alertam para o aumento da dívida pública. O governo defende a medida como necessária para garantir a continuidade dos serviços e a conectividade do país.
Reações do mercado
O mercado financeiro reagiu com cautela. O Ibovespa oscilou, tentando manter os 168 mil pontos, pressionado por tensões geopolíticas e pela incerteza fiscal. Analistas recomendam cautela com ações de empresas aéreas, que ainda enfrentam demanda instável.
Ranking de competitividade
O ranking, elaborado pelo IMD, avalia fatores como desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura. O Brasil perdeu posições principalmente devido à burocracia, carga tributária elevada e infraestrutura deficiente.
Entre os países latino-americanos, o Chile lidera, seguido pelo México e Colômbia. O Brasil fica atrás de nações como Peru e Argentina em alguns indicadores.
Perspectivas
Para reverter a queda, o país precisa de reformas estruturais, como a tributária e a administrativa, além de investimentos em educação e infraestrutura. A melhora no ambiente de negócios é crucial para atrair investimentos e impulsionar o crescimento.



