No programa Estadão Analisa desta quinta-feira, 11, o colunista Carlos Andreazza discutiu o cenário das eleições presidenciais de 2026. Segundo ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que antes se encontrava acuado pelo baixo desempenho nas pesquisas e pela popularidade em declínio, passou a anunciar medidas de caráter eleitoreiro. Embora tais ações provoquem um rombo nas contas públicas, elas cumpriram o objetivo de direcionar o debate nacional para temas favoráveis ao governo.
Pesquisa Genial/Quaest capta virada
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 10, captou os primeiros resultados dessa estratégia. Houve uma inversão na curva de percepção do eleitorado sobre as notícias serem mais positivas ou negativas ao governo Lula. O levantamento aponta que o petista oscilou dois pontos porcentuais para cima desde a rodada passada, divulgada em maio, indo de 42% para 44%. Enquanto isso, Flávio Bolsonaro caiu de 41% para 38%.
Vantagem de seis pontos
Antes, o presidente e o senador estavam em empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais. Agora, Lula lidera por seis pontos porcentuais de vantagem.
Além disso, o presidente liderou as narrativas contra seu adversário Flávio Bolsonaro (PL) no caso do Master e do novo tarifaço dos Estados Unidos.
Sobre o programa
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira às 7h, com uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário.



