Mais de oito mil eleitores de Bonito de Minas, no Norte de Minas Gerais, voltam às urnas no próximo domingo (21) para eleger prefeito e vice-prefeito. As novas eleições foram convocadas após o indeferimento do registro de candidatura de Dilson de Senhorinha (União Brasil), candidato mais votado para o cargo de prefeito nas eleições de 2024.
Candidatos
Dois candidatos disputam o pleito:
- João Neto dos Santos (Podemos), tendo como vice Cristiana Alves de Melo Araújo (União Brasil), pela coligação A Força que Vem do Povo (Podemos/Federação União Progressista — União Brasil e PP);
- Miqueias Mota Figueredo (Republicanos), tendo como vice Joelma Aparecida Rodrigues de Magalhães (PDT), pela coligação União e Experiência para Fazer a Diferença (PDT/Republicanos).
Estrutura da votação
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), o município tem 38 seções eleitorais distribuídas em 29 locais de votação. Serão utilizadas 38 urnas eletrônicas, além de 12 urnas de contingência. Para organizar os trabalhos, foram convocados 152 mesários e 10 profissionais de apoio logístico. A votação ocorrerá das 8h às 17h.
Motivo da nova eleição
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) marcou para o dia 21 de junho as eleições suplementares em Bonito de Minas. Segundo o órgão, o novo pleito vai definir prefeito e vice-prefeito após o indeferimento do registro de candidatura de Dilson de Senhorinha (União), candidato mais votado para o cargo de prefeito nas eleições de 2024.
Em fevereiro deste ano, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, por unanimidade, recurso contra decisão do TRE-MG que indeferiu o registro de candidatura de Dilson de Senhorinha. Segundo o TSE, o candidato não foi empossado por estar inelegível em decorrência de condenação por abuso de poder político nas eleições de 2020. Dilson teve 51,72% dos votos nas últimas eleições.
Por conta da decisão da Justiça, o cargo de prefeito no município é ocupado interinamente pelo presidente da Câmara desde janeiro de 2025. Ainda de acordo com o TSE, ele continua na função até a realização da eleição suplementar.



