Ativistas condenados por invasão a fábrica de armas israelense
Ativistas condenados por invasão a fábrica de armas israelenses

Um tribunal britânico condenou quatro ativistas ligados ao grupo Palestine Action a penas superiores a 20 anos de prisão pela invasão de uma fábrica de armas israelense no Reino Unido. A decisão judicial, proferida em 13 de junho de 2026, marca a primeira vez que a legislação antiterrorismo do país é aplicada a um caso de danos criminosos.

Detalhes da condenação

Os ativistas foram considerados culpados no mês passado por causar danos criminosos à fábrica, avaliados em aproximadamente 1 milhão de libras. O juiz responsável pelo caso argumentou que a ação tinha a intenção de influenciar o governo britânico, justificando assim o uso da lei antiterrorismo. A sentença gerou controvérsia, com críticos apontando que a punição é desproporcional e representa uma ameaça ao direito de protesto no país.

Repercussão e críticas

Organizações de direitos humanos e grupos de ativistas condenaram a decisão, afirmando que ela estabelece um precedente perigoso. Eles argumentam que a aplicação da legislação antiterrorismo a atos de desobediência civil pode criminalizar formas legítimas de protesto. Por outro lado, o tribunal defendeu a sentença como necessária para proteger a segurança nacional e a ordem pública.

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O caso envolveu o Palestine Action, um grupo conhecido por realizar ações diretas contra empresas ligadas a Israel. A invasão da fábrica de armas foi uma das operações mais ousadas do grupo, resultando em danos significativos à propriedade. A defesa dos ativistas anunciou que pretende recorrer da decisão.

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