Bolsonaro diz que pediu ajuda a militar após arma falhar
Bolsonaro alega que arma não funcionava e pediu ajuda

O ex-presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal na última segunda-feira, 22 de junho de 2026, sobre a apreensão de uma pistola Glock 9 mm registrada em seu nome. A arma foi removida de sua residência durante uma blitz policial no Distrito Federal, e o ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar, recebeu os agentes em sua casa para o interrogatório.

O que Bolsonaro disse sobre a arma

Segundo a defesa de Bolsonaro, o ex-presidente afirmou que percebeu que a arma não funcionava adequadamente e, por isso, pediu ajuda a um militar para realizar o conserto. A defesa alega que a pistola foi tornada inoperante pela própria equipe de segurança de Bolsonaro, devido ao uso de medicamentos que afetam sua cognição. O depoimento foi colhido na residência do ex-presidente, onde ele cumpre prisão domiciliar.

Contexto da apreensão

A pistola Glock 9 mm foi apreendida durante uma blitz da Polícia Civil do Distrito Federal, que resultou na remoção da arma da casa de Bolsonaro. A defesa do ex-presidente não detalhou as circunstâncias exatas da blitz, mas afirmou que a arma estava registrada em nome de Bolsonaro e que ele a utilizava para sua segurança pessoal. A apreensão ocorre em meio a investigações sobre o uso de armas de fogo por parte do ex-presidente.

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Repercussão e próximos passos

O depoimento de Bolsonaro foi acompanhado por seus advogados, que reforçaram a tese de que a arma estava inoperante e que o ex-presidente agiu de boa-fé ao solicitar ajuda a um militar. A Polícia Civil ainda analisa as informações prestadas e deve decidir sobre possíveis encaminhamentos. O caso levanta questões sobre a posse e o porte de armas por ex-autoridades, especialmente em contextos de restrições judiciais.

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