O pré-candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, atacou nesta quarta-feira (8) o Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu o fim do que chamou de "gastança do Lula" e criticou a relação de autoridades com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. As declarações foram feitas durante evento com presidenciáveis promovido pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) em Brasília.
Presença no evento e discurso
Dos pré-candidatos convidados, apenas Zema e o pré-candidato do PSD, Ronaldo Caiado, compareceram. Ao discursar para empresários do comércio, Zema afirmou que o Brasil precisa de um representante que "não tenha rabo preso".
Os três choques de gestão
Zema disse que, se eleito, aplicará "três choques" de gestão: um "moral e ético"; outro na segurança pública; e um terceiro nas despesas públicas, que pressionam a taxa de juros para cima. Segundo ele, o choque moral e ético visa combater a corrupção e a impunidade, enquanto o choque na segurança pública busca reduzir a violência e o crime organizado. Já o choque nas despesas públicas teria como objetivo controlar os gastos do governo e, consequentemente, reduzir a inflação e os juros.
Críticas ao STF e a Lula
O pré-candidato do Novo fez duras críticas ao STF, sem especificar ministros ou decisões, mas defendendo que o tribunal deve ser "respeitado, mas não pode ser um poder acima dos outros". Em relação ao governo Lula, Zema classificou a gestão como "gastança" e afirmou que é necessário "parar com essa farra de gastos". Ele também criticou a relação de autoridades com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, sem dar mais detalhes.
Contexto e implicações
O evento da CNC reuniu empresários do comércio, um setor que, segundo Zema, é essencial para a economia brasileira. O pré-candidato destacou que sua experiência como governador de Minas Gerais o preparou para implementar reformas e cortar gastos. A ausência de outros pré-candidatos foi notada, mas Zema não comentou sobre isso.



